Evandro Garla é 10123


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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

1º Encontro de Capoeristas do DF teve a participação de Evandro Garla



Ontem (5), o candidato a deputado distrital Evandro Garla (10123), que também é o secretário nacional do PRB e presidente do PRB Jovem no DF, participou do I Encontro de Capoeiristas do Distrito Federal.

O evento aconteceu no Ginásio Nilson Nelson e contou com a participação de vários mestres, contramestres, professores, alunos e admiradores da capoeira.

O encontro teve como objetivo fortalecer a união dos capoeiristas entorno do reconhecimento da atividade sob diversos aspectos, contando com o apoio do Poder Público e demais autoridades.

Durante o evento, alguns mestres falaram um pouco da história da capoeira até os dias de hoje e como ela chegou ao DF.

Em seu discurso, Evandro Garla firmou compromisso com os capoeiristas em buscar condições para a melhoria da prática desta atividade no DF, como a construção de Centros de Treinamentos da Capoeira onde serão ministradas aulas práticas e teóricas, como a fabricação de instrumentos musicais específicos da capoeira, entre outros.

O candidato ouviu cada integrante, cumprimentou e conheceu de perto os anseios do grupo e fortaleceu uma parceira que promete ser duradoura.

A capoeira tem raízes africanas. A Angola era colônia de Portugal por isso, os angolenses tinham que trabalhar nas fazendas de açúcar no Brasil que também era colônia de Portugal.

Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam que tinham necessidade de se defender contra a violência e a repressão dos colonizadores brasileiros.

Os escravos eram proibidos de aprender qualquer tipo de luta, assim eles inventaram a capoeira, uma luta com músicas e ritmos que se disfarçava de dança.

Alguns escravos conseguiram fugir e usavam a capoeira para se defender contra os ataques das tropas coloniais.

Somente na década de 30, a capoeira foi liberada.

Hoje a capoeira é reconhecida como esporte pelo Estatuto da Igualdade Racial e é praticada em várias cidades do Brasil e do mundo, mas, especificamente em nosso país, carece de incentivos do governo e regulamentação de leis para se firmar como profissão, para efeitos de aposentadorias, entre outros.

Por Kelly R. Soares

Edição Helen Assumpção

Publicado por Wagner Alves

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